TJ-SP recorre da decisão do ministro Flávio Dino que suspendeu os 'penduricalhos' ilegais no serviço público

  • 11/02/2026
(Foto: Reprodução)
TJ-SP recorre da decisão de Flávio Dino que suspendeu os penduricalhos ilegais O Tribunal de Justiça de São Paulo decidiu recorrer da decisão do ministro do Supremo Flávio Dino, que mandou suspender os "penduricalhos" ilegais no serviço público. No pedido, o TJ São Paulo afirma que o Congresso precisa definir as regras que valham em todo o país, antes da suspensão dos pagamentos adicionais. O tribunal argumenta que: “A suspensão generalizada de parcelas indenizatórias, antes da lei ordinária nacional prevista na Constituição, pode gerar assimetria federativa, comprometer irremediavelmente a administração da justiça, produzir efeitos financeiros irreversíveis e criar insegurança jurídica sistêmica”. No dia 5 de fevereiro, o ministro do Supremo Flávio Dino determinou a suspensão de pagamentos extras que não tivessem base legal e deu 60 dias para os Três Poderes fazerem a revisão. A remuneração no serviço público não pode passar do teto do funcionalismo, que é de R$ 46.366. TJ-SP recorre da decisão do ministro Flávio Dino que suspendeu os 'penduricalhos' ilegais no serviço público Jornal Nacional/ Reprodução Um levantamento publicado no jornal “O Globo” revela que, dos tribunais do país, o de São Paulo é o que mais fura o teto. No total, o TJ-SP tem 11 “penduricalhos”. A pesquisa foi feita pelo economista da Fundação Dom Cabral e comentarista do Jornal da Globo, Bruno Carazza, a partir de dados do Conselho Nacional de Justiça: “São inúmeros os pagamentos que acabam gerando essa distorção de um juiz recebendo em média R$ 120 mil, quatro vezes mais do que um ministro do Supremo, que deveria ser o topo da hierarquia do Poder Judiciário brasileiro”. No fim da tarde desta quarta-feira (11), 11 entidades que representam juízes, procuradores, promotores, defensores públicos e membros dos tribunais de contas pediram ao Supremo para participar da discussão sobre o tema. As entidades defendem que há legalidade nas verbas extras, pedem que os atos administrativos que autorizam os pagamentos sejam mantidos e considerados como lei formal. No dia 25 de fevereiro, o plenário do Supremo vai decidir se mantém a suspensão dos pagamentos determinada pelo ministro Flávio Dino. LEIA TAMBÉM Tribunal de Justiça de SP recorre contra decisão de Dino que suspende penduricalhos ilegais do funcionalismo público Hugo Motta defende decisão de Dino que suspendeu pagamento de 'penduricalhos' no serviço público Dino determina que Três Poderes revisem e suspendam 'penduricalhos' ilegais do serviço público; decisão será analisada no dia 25

FONTE: https://g1.globo.com/jornal-nacional/noticia/2026/02/11/tj-sp-recorre-da-decisao-do-ministro-flavio-dino-que-suspendeu-os-penduricalhos-ilegais-no-servico-publico.ghtml


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