Suspeito de latrocínio que terminou com jovem morto em casa morre em confronto com a PM em Campo Grande
19/10/2026
(Foto: Reprodução) Gian foi morto em um latrocínio na última sexta-feira
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Um jovem de 18 anos, suspeito de matar um homem durante um latrocínio (roubo seguido de morte) em Campo Grande, morreu após ser baleado em confronto com a Polícia Militar, na madrugada desta segunda-feira (19). O crime aconteceu três dias antes, quando criminosos invadiram uma casa no Parque do Lageado, renderam uma família e mataram Gian Marcelo, de 27 anos, com um tiro nas costas.
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Segundo o Batalhão de Choque, Bruno Rafael Souza da Silva, de 18 anos, era apontado como o responsável pelo disparo. Ele foi localizado em uma casa no bairro Caiobá, após a prisão de outro suspeito de envolvimento no assalto.
Conforme a versão oficial, Bruno sacou um revólver e apontou a arma contra os militares durante a abordagem. Os policiais atiraram, e ele foi socorrido ao Centro Regional de Saúde (CRS) do Coophavila, onde morreu. Um revólver calibre .38 foi apreendido.
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Família rendida e carro incendiado
O latrocínio aconteceu na noite de sexta-feira (16), na Rua Armando Franco. Gian voltava de uma viagem a Ponta Porã com a esposa quando criminosos armados e encapuzados abordaram a família.
A mulher foi surpreendida ao abrir o portão e obrigada a entrar na residência. Dentro da casa, os assaltantes também renderam a sogra da vítima, de 52 anos, e os dois filhos do casal, de 9 e 15 anos.
Enquanto os criminosos exigiam o veículo da família, Gian tentou correr para se proteger, mas foi baleado nas costas e caiu na rua. Ele foi levado à Unidade de Pronto Atendimento (UPA) Universitário e transferido para a Santa Casa, onde morreu.
Os assaltantes levaram mercadorias trazidas do Paraguai e fugiram em um Volkswagen Gol, encontrado incendiado posteriormente.
Prisão levou polícia ao suspeito morto
Na madrugada desta segunda-feira, o Batalhão de Choque prendeu Yuri Silva Santos Modesto, de 27 anos, também suspeito de participar do latrocínio. Segundo a PM, ele admitiu envolvimento no crime e forneceu informações que levaram à localização de Bruno.
Yuri também indicou uma casa no bairro Tijuca onde, conforme a polícia, eram guardados materiais de origem ilícita. No imóvel, foram apreendidos uma espingarda calibre 12, uma pistola, acessórios utilizados para adaptar pistolas, pneus e mercadorias de origem paraguaia, incluindo produtos de contrabando.
A perícia foi acionada para atender à ocorrência no Caiobá. As armas e os demais materiais foram apreendidos, e as circunstâncias da morte durante a abordagem policial deverão ser apuradas.
Indícios de contrabando em casa onde um dos suspeitos estava
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