Jovem formada em direito suspeita de integrar grupo que movimentou R$ 7 milhões: sites falsos desviavam pagamentos de contas de luz, diz polícia

  • 29/07/2026
(Foto: Reprodução)
Justiça manda soltar estudante presa suspeita de aplicar golpes online Ellen Lorraine Trindade Mateus, de 27 anos, jovem formada em direito suspeita de aplicar golpes, integrava um grupo que movimentou R$ 7 milhões ao desviar pagamentos de contas de luz, contou o delegado Breno da Costa Esteves, da Polícia Civil do Amapá. ✅ Clique e siga o canal do g1 GO no WhatsApp A defesa de Ellen alega que ela foi vítima de um erro judicial e que seu nome foi confundido com o de outra pessoa. A polícia nega o erro na identificação. “Eles criaram um site falso e o pessoal começou a pagar conta achando que estava pagando a conta de energia e estava, na verdade, pagando a conta para eles”, explicou o delegado. Segundo o delegado Breno da Costa, a jovem tinha envolvimento direto com o líder do golpe que movimentou R$ 7 milhões durante os seis meses em que a polícia investigou o grupo. LEIA TAMBÉM: QUANDO COMEÇOU: Jovem formada em direito é presa suspeita de aplicar golpes, mas família diz que ela foi presa por engano Jovem formada em direito suspeita de integrar grupo que movimentou R$ 7 milhões: polícia nega erro na identificação SOLTURA: Jovem formada em direito suspeita de integrar grupo que movimentou R$ 7 milhões em golpes deixa a prisão Prisão da jovem formada em direito Ellen Lorraine foi presa em Trindade e ficou detida na Penitenciária Feminina de Aparecida de Goiânia do dia 2 ao 24 de julho. “A Ellen foi presa porque ela foi identificada durante a investigação como uma das operadoras que faziam a procura de CPFs”, declarou o delegado. Jovem formada em direito é presa suspeita de aplicar golpes, mas família diz que ela foi presa por engano Reprodução/TV Anhanguera Segundo a PC, "a prisão foi cumprida contra a pessoa corretamente identificada no procedimento investigativo, não havendo confusão de identidade ou equívoco no cumprimento da ordem judicial", informou em nota. Jovem deixa a prisão A jovem deixou a prisão na sexta-feira (24). A decisão pela soltura dela foi expedida pela juíza Cristiane Moreira Lopes Rodrigues, que atendeu ao pedido da defesa mediante a certidão de autenticidade. O advogado Jean Tavares contou ao g1 que as próximas etapas são a conclusão da investigação e o inquérito policial, para remeter o caso ao Ministério Público. Em entrevista à TV Anhanguera, o pai de Ellen, João Vilmar, afirmou que a filha "está pagando por um crime que não cometeu". A mãe, Iris Alves, acrescentou que a jovem foi criada em um lar cristão. “É uma menina de bem, foi criada com princípios e está em um presídio pagando por algo que não cometeu. Pegaram o nome da minha filha, arrumaram um nome e jogaram para cima dela”, disse Iris. Jovem formada em direito suspeita de integrar grupo que movimento R$ 7 milhões em golpes deixa a prisão em Aparecida de Goiânia, Goiás Reprodução/TV Anhanguera NOTA DA DEFESA A defesa de Ellen Lorraine Trindade Mateus, informa que ela se encontra presa desde o dia 2/7/2026, reclusa na Penitenciária Feminina de Aparecida de Goiânia, vítima de erro judicial, ocasião em que confundiram seu nome com o de outra moça, chamada - "Lorraine", integrante de Organização Criminosa de caráter nacional. A ordem de prisão foi determinada pelo juízo do Estado do Amapá, advinda de uma conclusão irresponsável da Polícia Civil de lá, que concluiu as investigações e representou pela prisão da Ellen. NOTA DA POLÍCIA CIVIL DO AMAPÁ A Polícia Civil do Estado do Amapá informa que é falsa a informação de que ELLEN LORRAINE TRINDADE MATEUS teria sido presa por troca de nomes ou erro de identificação. A prisão foi cumprida contra a pessoa corretamente identificada no procedimento investigativo, não havendo confusão de identidade ou equívoco no cumprimento da ordem judicial. No caso mencionado, foram expedidos mandado judicial de prisão e mandado judicial de busca e apreensão, ambos fundamentados em investigação formal, individualização da pessoa investigada, representação da Autoridade Policial, manifestação do Ministério Público e decisão do Poder Judiciário. A Polícia Civil esclarece que medidas cautelares dessa natureza não são adotadas com base em informação superficial, mas a partir de elementos submetidos à análise dos órgãos responsáveis pela persecução penal e ao controle judicial. A divulgação de informação falsa sobre suposta prisão indevida desinforma a sociedade e compromete indevidamente a credibilidade das instituições públicas envolvidas na investigação. Por fim, a Polícia Civil do Amapá reafirma que não houve troca de nomes, erro de identificação ou prisão indevida no caso mencionado, ressaltando que eventuais questionamentos devem ser apresentados nos autos, perante as autoridades competentes. 📱 Veja outras notícias da região no g1 Goiás. VÍDEOS: últimas notícias de Goiás

FONTE: https://g1.globo.com/go/goias/noticia/2026/07/29/jovem-formada-em-direito-suspeita-de-integrar-grupo-que-movimentou-r-7-milhoes-sites-falsos-desviavam-pagamentos-de-contas-de-luz-diz-policia.ghtml


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