Jogador de futebol diz que família está desaparecida após terremoto na Venezuela: 'Nosso prédio caiu'
25/06/2026
(Foto: Reprodução) Jogador de futebol argentino Lucas Trejo e sua família em foto de abril de 2026.
Reprodução/Lucas Trejo no Instagram
O jogador de futebol argentino Lucas Trejo afirmou nesta quinta-feira (25) que sua família está desaparecida após os terremotos devastadores que atingiram a Venezuela.
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Trejo, que tem joga por um time venezuelano, afirmou não ter notícias de sua família e que o prédio onde moravam desabou por conta do tremor. Ele fez um apelo nas redes sociais para ter alguma novidade sobre o paradeiro de sua esposa, Yani, e seus dois filhos, Aarón e Ainhoa.
"Nosso edifício em Praia Grande caiu, não sei nada da minha família, por favor orem por eles e difundam esta mensagem para alguém que possa tê-los visto. Quero acreditar que não estavam lá. Orem pela minha família por favor", afirmou Trejo.
Praia Grande é um município costeiro da Venezuela que fica a cerca de 12 km ao norte da capital Caracas.
A situação do jogador argentino é a mesma de milhares de venezuelanos nesta quinta-feira, que sofreram com as consequências de sequência de dois terremotos, de magnitudes 7,5 e 7,2, que devastaram o território venezuelano. Prédios e casas desabaram por todo o país, e mais de 100 pessoas morreram e centenas ficaram feridas, segundo o governo venezuelano.
Centenas de equipes de resgate venezuelanas trabalhavam nesta quinta-feira em busca de sobreviventes sob os escombros.
Terremotos devastadores na Venezuela
Imagens mostram desabamentos e destruição após terremoto na Venezuela
Dois terremotos de magnitude 7,2 e 7,5 atingiram a Venezuela na noite de quarta-feira (24) e provocaram pelo menos 20 réplicas nas horas seguintes, segundo o governo venezuelano. Os tremores foram sentidos também em cidades do Norte do Brasil.
Os dois abalos ocorreram com menos de um minuto de diferença e derrubaram prédios e casas na capital Caracas e em outras cidades do país.
Mais de 100 pessoas morreram e centenas ficaram feridas, segundo a presidente venezuelana, Delcy Rodríguez, que atualizou o balanço de vítimas nesta quinta-feira.
O número de mortos e feridos, no entanto, ainda deve subir. Isso porque diversos prédios desabaram ao longo da Venezuela por conta dos dois tremores, de 7,5 e 7,2 de magnitude, que atingiram o país em menos de um minuto. A busca por vítimas dos terremotos continua nesta quinta, e mais de 500 equipes de emergência estão trabalhando para tirar sobreviventes dos escombros.
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